Notícias (SIC Notícias)

2006-11-30
Para ver a reportagem do programa Cartaz da SIC Notícias sobre o 10º aniversário de representações do espectáculo As Obras Completas de William Shakeapeare em 97 minutos, de Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer, em cena no Teatro-Estúdio Mário Viegas aos domingos e segundas às 21h, clique aqui.
 
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Notícias (CTC)

2006-11-28
HOJE É DIA DE FESTA!!!

A Companhia Teatral do Chiado, comemora hoje (28-NOV-2006) o 10º aniversário de representações do espectáculo As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos, estreado a 24 de Novembro de 1996, em Portimão, e a 28 de Novembro de 1996 na antiga sala do Teatro-Estúdio Mário Viegas.
Todas as reservas efectuadas para este espectáculo até ao fim do dia de hoje beneficiam da promoção 10 anos - 10 euros, a partir de amanhã voltam a estar em vigor os preços normais.
 
posted by CTC at 01:15, |

Notícias (CTC)

2006-11-24
Aos vinte e quatro dias de Novembro do ano da graça de mil novecentos e noventa e seis, estreava no reino dos Algarves, mais propriamente na cidade foraleira de Portimão, aquele que viria a constituir-se como o maior êxito teatral de sempre em terras lusas: As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos, homenagem de três norte-americanos não alinhados: Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer, ao Gil Vicente lá das Terras de Sua Majestade: William Shakespeare! Paródia que mereceu desde então adjectivações várias: «alucinante», «irreverente», «cardíaco», «hilariante», «desopilante», «burlesco», «divertido», «transversal», «louco», «irresistível», «fenómeno», «endiabrado», «interactivo», «mordaz», «histriónico», «genial», «excelente», «imperdível», «incontornável», «truculento», «indispensável», «obrigatório», etc., etc., etc. ...!
É pois com muita alegria que a Companhia Teatral do Chiado vê as suAs Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos atigirem hoje o 10º ano consecutivo de representações.
Para os autos e para a história registam-se a 118ª digressões e a 1.019ª representações para um cômputo de 156.020 espectadores.

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DEZ ANOS A PARODIAR O MESTRE

Quando Juvenal Garcês e Simão Rubim decidiram, numa visita a Londres em 1996, transportar para a cena lisboeta o espectáculo concebido por Adam Long, Daniel Singer e Jess Borgeson ― As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos ― estavam longe de imaginar que uma década mais tarde ainda a Companhia Teatral do Chiado (CTC) continuaria a esgotar plateias com este êxito fenomenal.
Quais as razões do sucesso?
A primeira é óbvia: Shakespeare já não respeita fronteiras há séculos e parodiar o Hamlet ou o Romeu e Julieta é brincar com mitos que entraram fundo no imaginário dos europeus modernos. Directa ou indirectamente, melhor ou pior, toda a gente conhece Shakespeare. A prova? O êxito das Obras Completas da CTC, em Lisboa e por todo o país, em múltiplas digressões efectuadas.
A segunda razão do sucesso está no que esta paródia realmente é. Condensar toda a monumental obra do dramaturgo numa série de sketches com hora e meia de duração é um achado brilhante. Uma ideia só possível para quem tem perfeita noção da ligação de Shakespeare à sensibilidade e ao gosto cómico popular. Trazer uma anónima espectadora ao palco para fazer de «Ofélia» é lembrar que o teatro nunca deixou de ser uma festa para todos e uma arte dirigida a cada um de nós, sem diferença de classe, de credo, de origem ou de cultura literária. O humor radical das Obras Completas é uma profunda recuperação da natureza subversiva e, no limite, anarquista, da festa teatral. Shakespeare seria o último a escandalizar-se com o seu Othello convertido em rap ou o seu Titus Andronicus reciclado em programa de culinária.
Mas a terceira é a mais importante explicação para o inesperado êxito das Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos. A CTC assume que este é um espectáculo onde, fora Shakespeare e o público, só há um centro: os actores. Os três actores ― Simão Rubim, Manuel Mendes e João Carracedo, exactamente o elenco original desta saga ― que se desdobram em dezenas de personagens, a velocidade vertiginosa, submetendo-se aos exigentes ritmos da comédia e da farsa, engolem tudo à sua volta: cenário (mínimo), adereços (deliberadamente pobres), figurinos (menos que simbólicos) e encenação, sobretudo a encenação! Transformar três actores praticamente desconhecidos há 10 anos atrás em três actores rapidamente populares (com fãs e tudo!) foi uma ruptura. Uma ruptura com o império do encenador que ainda hoje infecta o nosso teatro.
Nisso, as Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos já são imagem de marca do teatro da CTC. Um teatro onde o trabalho dos actores está em primeiro plano, onde o público é cúmplice dos actores, onde o êxito popular é compatível com altos padrões de qualidade artística. Para quem tem olhos na cara, esta década de Obras Completas foi mais do que uma gargalhada contínua, foi e ainda é uma profunda lição de teatro.
Gustavo Rubim
 
posted by CTC at 13:33, |

A Descentralização

2006-11-23


A 118ª digressão do espectáculo As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos vai ser esta noite no Teatro Aveirense pelas 21h.
 
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Notícias (TEMV)

2006-11-22
LOST IN SPACE



A Companhia Teatral do Chiado fará a partir de Dezembro o acolhimento no Teatro-Estúdio Mário Viegas do espectáculo Lost In Space, uma produção da Kind of Black Box.


Em 2002, desesperados e desiludidos com a situação política do país e do mundo, três astronautas portugueses resolvem abandonar o planeta em busca de uma... salvação!?Desde Dezembro de 2004 que perderam o contacto com a Terra e andam à deriva no espaço.A peça retrata o momento mais trágico no percurso destes três homens; a falta de provisões.Que solução? Que estratégia? Que final?Testemunhe esta luta pela sobrevivência onde o único troféu... é a vida.LOST IN SPACE foi inspirado em "Alto Mar" de Slawomir Mrozek, autor polaco, mundialmente conhecido pelo profundo sentido crítico, ambíguo e absurdo da sua obra onde usa os momentos-limite, a paródia trágica e a sátira amarga como o meio de expressão mais simples e eficaz para o " drama dos nossos dias ".
Em 2002, desesperados e desiludidos com a situação política do país e do mundo, três astronautas portugueses resolvem abandonar o planeta em busca de uma... salvação!?
Desde Dezembro de 2004 que perderam o contacto com a Terra e andam à deriva no espaço.
A peça retrata o momento mais trágico no percurso destes três homens; a falta de provisões.Que solução? Que estratégia? Que final?
Testemunhe esta luta pela sobrevivência onde o único troféu... é a vida.
LOST IN SPACE foi inspirado em "Alto Mar" de Slawomir Mrozek, autor polaco, mundialmente conhecido pelo profundo sentido crítico, ambíguo e absurdo da sua obra onde usa os momentos-limite, a paródia trágica e a sátira amarga como o meio de expressão mais simples e eficaz para o "drama dos nossos dias".


visite o blog do espectáculo Lost In Space
 
posted by CTC at 00:59, |

A Descentralização

2006-11-05

A 117ª digressão do espectáculo As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos foi ao Cine-Teatro Municipal de Estarreja, ontem (04 de Novembro de 2006).
 
posted by CTC at 18:22, |